quarta-feira, 29 de maio de 2013

Arábia Saudita irá investir em ampliação e modernização da cidade de Madina

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A cidade de Madina vai ter uma grande reforma em breve, um grande número de projetos para o seu desenvolvimento já estão sendo implementados há um custo de mais de SR 100 bilhões.
 
 
 
 
 
 
A reunião do Conselho de Fiscalização do Centro de Pesquisa e Estudos de Madina, presidido pelo seu Presidente o príncipe herdeiro Salman bin Abdul Aziz, o vice Primeiro Ministro e Ministro da Defesa, aprovaram nesta quarta-feira um projeto de documentação vasta e abrangente sobre a história da cidade de Madina.O projeto será executado sob a supervisão da Fundação Rei Abdulaziz de Pesquisa e Arquivos (Darah).
De acordo com o projeto, todas as fontes audiovisuais históricas, incluindo manuscritos, fotografias e documentos dentro e fora Madina deverão ser aproveitados. A reunião aprovou um memorando de entendimento para a cooperação e parceria entre a Fundação e a prefeitura de Madina a este respeito. A reunião também aprovou a nova estrutura organizacional da Fundação. O príncipe Salman visitou uma exposição sobre os projetos da região de Madina, organizado pela Autoridade de Desenvolvimento de Madina no palácio do emir.
A exposição apresentou a nova expansão ordenada pelo Guardião das duas Mesquitas Sagradas o rei Abdullah para a Mesquita do Profeta (صلى الله عليه وسلم), que irá aumentar a capacidade da mesquita para mais de 1,6 milhões de fiéis. O projeto de expansão, a maior na década e da historia da mesquita, está orçada em mais de SR 75.000 milhões, incluindo os SR 25 bilhões a serem desembolsados ​​em aquisição de terras.

O rei Abdullah aprovou o plano final para o projeto e ordenou que os trabalhos sobre a expansão devam começar imediatamente, a fim de que ele seja concluído em menos de dois anos.
O príncipe Salman também foi informado sobre os principais projetos de habitação, educação, transporte, desenvolvimento urbano e saúde a serem implementados na região. O príncipe herdeiro assistiu a um vídeo de apresentação sobre a visão de futuro para o desenvolvimento da cidade e assinou um plano rodoviário que leva seu nome. O príncipe Salman chegou em Medina na terça-feira para lançar as comemorações de um ano para marcar Madina como a Capital Cultural Islâmica.
Depois de abrir a exposição Maaraz Al-Eiman em um complexo próximo a Mesquita Quba, ele visitou os pavilhões de exposição e também assistiu a uma mostra de fotos sobre a história da Cidade do Profeta Muhammad (صلى الله عليه وسلم). Dirigindo-se à grande cerimônia para marcar as celebrações, o príncipe Salman destacou o grande significado de Madina através dos tempos. "Este país foi honrado por Deus o Todo-Poderoso para ser a sede da Qibla (direção da oração) dos muçulmanos. O Alcorão foi revelado na língua árabe ao Profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) em Makkah, que abriga o Qibla, que é a Grande Mesquita. Estamos agora na cidade do Profeta (صلى الله عليه وسلم), onde migraram, é a cidade dos Al-Ansar (os defensores do Profeta صلى الله عليه وسلم) e Al-Muhajiroon (os imigrantes), de onde a mensagem de tolerância do Islam se espalhou por todo o mundo."

O príncipe Salman também falou sobre o maior cuidado e preocupação, dado pelo governo saudita em servir as duas mesquitas sagradas e amplia-las com os melhores serviços possíveis para o Haj e a Umrah dos peregrinos, bem como para os visitantes as mesquitas sagradas.
"O Estado foi fundado sobre a religião do Islam. Sua constituição, como indicado no Estatuto de Governança, é o Alcorão e a Sunnah do Profeta (صلى الله عليه وسلم). A conquista mais importante do rei Abdul Aziz e seus filhos, que o sucedeu é a segurança apreciada pelo seu povo, peregrinos, visitantes e residentes estrangeiros no país ", acrescentou.
A Rabat – Organização Islâmica para a Educação, a Organização para a Ciência e a Cultura (ISESCO) e a Organização de Cooperação Islâmica (OCI), escolheram Madina como a Capital da Cultura Islâmica para o oriente Médio em 2013.

terça-feira, 14 de maio de 2013

DIA DO ISLÃ - COMPAREÇA!



Essa é a data em que devemos olhar as nossas ações, fechar os olhos e sentir batendo em nossos corações o orgulho de pertencer a essa religião. Por isso, a UNI convida a comunidade para participar desse importante evento, que nos fortalece e nos une pelo verdadeiro elo do Islam.

Estão todos convidados!

Dia 18/5/2013 (sábado) a partir das 20h30.

Local: Salão de Eventos da Sobem Santo Amaro
Endereço: Avenida Yervant Kissajikian, 1.106

Fone: (11) 5563-8917
 — com Sheikh Mohamad Bukai.

Palestinos lembram a "Nakba" e denunciam ocupação israelense.



A agência palestina Wafa marca esta terça-feira (14) com notícias sobre a ocupação israelense e os protestos de palestinos, na véspera da Nakba (Catástrofe). Em 14 de maio de 1948, com o fim do mandato britânico sobre a região, o Estado de Israel foi declarado, e a Grã Bretanha retirou-se antes de garantir um Estado palestino, conforme o “Plano de Partilha da Palestina”, da ONU. Quase um milhão de palestinos foram expulsos das suas casas e terras, formando a maior população refugiada existente.

Os palestinos relembram a data (classificada por israelenses como o "Dia da Independência") e o 15 de maio, dia da Nakba, com protestos e manifestações contra a ocupação israelense dos seus territórios, tanto desde a criação do Estado de Israel quanto pelas ocupações expandidas durante a Guerra dos Seis Dias, ou Guerra Árabe-Israelense, em 1967, quando as forças israelenses anexaram territórios palestinos, jordanianos, sírios e egípcios.

Os protestos, apesar de frequentes, haviam se intensificado desde o começo desta semana. Nesta terça-feira (14), a agência palestina Wafa noticiou diversos incidentes de violência, enquanto as forças israelenses reprimem as manifestações, em sua maioria organizada pelos diversos comitês populares de resistência espalhados pela Cisjordânia.

O coordenador do Comitê Popular contra os Assentamentos e o Muro da Segregação de Al-Khader (no sul de Belém) Ahmad Salah disse à Wafa que as forças israelenses lançaram gás lacrimogêneo e bombas acústicas contra os protestantes, o que causou vários casos de asfixia e desmaios e levou a confrontos.

Segundo a Wafa, 10 palestinos das cidades de Jenin, Hebron e Nablus, na Cisjordânia, foram detidos pelas forças israelenses nesta terça, incluindo sete estudantes universitários. As detenções foram feitas após revistas às casas dos estudantes, todos com menos de 30 anos de idade.

Também houve denúncias de que jipes militares invadiram um bairro em Nablus, enquanto revistaram várias casas palestinas e prenderam um palestino de 23 anos, além de outros dois na área de Hebron. Ainda, fontes locais denunciaram atos de violência de colonos judeus vivendo na Cisjorânia, que cortaram oliveiras e incendiaram campos de trigo palestinos.


De acordo com dados da Oficina Central Palestina de Estatísticas (PCBS, pela sigla em inglês), neste 65º aniversário da Nakba, “os refugiados são quase metade da população palestina”: 44,2% da população total na Palestina, o que tecnicamente é chamado pela ONU de “pessoas deslocadas internamente”, ou “internally displaced people” (IDPs), em inglês, e 45,7% da população palestina total pelo mundo, segundo dados da Agência da ONU para Assistência e Trabalhos para Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), que contabiliza 5,3 milhões de palestinos registrados nesta agência em 2013.

A UNRWA informou que 59% dos refugiados vivem nos países vizinhos, a Jordânia, a Síria e o Líbano (região à qual o seu mandato para “assistência e trabalhos” se limita), 17% vive na Cisjordânia e 24% na Faixa de Gaza. Além disso, cerca de 29% vivem em 58 campos de refugiados, dos quais 10 estão na Jordânia, nove na Síria, 12 no Líbano, 19 na Cisjordânia e oito na Faixa de Gaza.

Entretanto, o PCBS ressalta o fato de que este número é uma estimativa para baixo, já que um grande número de refugiados não se registrou na UNRWA, e por isso não são contabilizados como tal. A condição palestina de refugiado é singular: pela continuidade da negação do seu direito à terra e ao Estado palestino, os descendentes dos refugiados são automaticamente reconhecidos como tal pela comunidade internacional.

Além disso, as estimativas da UNRWA tampouco incluem os palestinos expulsos das suas terras entre a guerra de 1949 e a de 1967, e não inclui os não-refugiados que foram forçados a partir pelas consequências devastadoras da guerra de 1967.



Mais de 800.000 palestinos foram expulsos das suas terras para a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, ou para países da região e de outros continentes. A população palestina mundial foi estimada em 11,6 milhões de pessoas em 2012, pela PCBS. Isso significa que a população palestina fora da Palestina multiplicou-se por oito nos 65 anos desde a catástrofe.

Um total de 5,8 milhões de palestinos vivem na Palestina histórica atual, e o número deve aumentar para 7,2 milhões até o fim de 2020, com base nas taxas de crescimento demográfico atual, de acordo com o a PCBS.

O número de palestinos que conseguiu ficar nas suas cidades e vilas em 1948, depois da Nakba, foi estimado em 154.000 pessoas, e hoje o número chega a 1,4 milhões de habitantes, 65 anos depois da catástrofe.

Em 1948, 1,4 milhão de palestinos viviam em 1.300 vilas e cidades na chamada Palestina histórica, ou seja, o total do território que inclui a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e o que é hoje o Estado de Israel. Os israelenses controlavam 774 cidades e vilas e destruíram 531 cidades e vilas palestinas durante a Nakba.

A Grã Bretanha havia ficado encarregada, como “tutora”, da divisão da Palestina entre judeus e palestinos, conforme o Plano da ONU, ou ainda “conforme o plano sionista”, segundo declarações menos públicas da comissão britânica encarregada. Desde a queda do Império Turco-Otomano, que colonizava a região desde o século 16, a Grã Bretanha exercia um mandato sobre a região, que incluía também a atual Síria, o Líbano, o Egito e outros territórios.

A ocupação israelense dos territórios palestinos atualmente se expande através de diversos mecanismos jurídicos e políticos desenvolvidos pelos sucessivos governos direitistas e sionistas (ideologia colonialista desenvolvida no fim do século 19 na Europa, que retoma equivocadamente valores judeus de uma “terra israelense”, segundo importantes historiadores em Israel), e com o desrespeito pelas resoluções da ONU que defendem o direito do povo palestino à autodeterminação, emitidas desde 1946.

Intervenção Político-Religiosa Nos 178 Anos Do Levante Dos Malês Na Bahia

Bahia
 

 
Por: Honerê Al-amin Oadq
 
 
 
Em Salvador – Bahia, existe um grupo político formado por militantes do movimento negro, (em sua maioria jovens e familiares das vitimas do racismo) chamado Quilombo Xis. Suas ações pautam a questão do genocídio da juventude negra e atua diretamente nos presídios baianos (denunciando o sistema que o conduz, ao mesmo tempo que viabiliza ajuda aos detentos e seus familiares). Já faz alguns anos que essa organização, através de uma de suas lideranças Hamilton Borges Walê, um grande irmão e parceiro nas lutas anti-racistas de nosso país, concretiza junto com o Sheik Abdul Hameed do Centro Cultural Islâmico da Bahia, recém homenageado pela câmara dos vereadores de Salvador, onde recebe o titulo merecido de cidadão Soteropolitano por suas expressivas contribuições ao povo baiano, uma parceria para realização de um grande evento no Centro histórico da Bahia, na sede do CEPAIA - Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos sobre o titulo: “O Reconhecimento da Comunidade Malê no século XIX”
Com a presença da Vice Prefeita de Salvador, Célia Sacramento (PV), dos vereadores Luis Carlos Suica (PT) e Silvio Humberto (PSB), e uma gama de militantes de diversas organizações soteropolitanas, a comunidade muçulmana pode expressar seus pontos de vista no que se refere ao levante dos malês, história que marca um período impar na luta pela liberdade, contra a escravidão e a imposição religiosa de uma forma diferenciada, trazida no inicio do século XIX por africanos muçulmanos que foram escravizados e que conduziram as principais revoltas na Bahia nesse período.
Além do resgate histórico, desde os impérios africanos e os conflitos estabelecidos, a passar pelo trafico atlântico, as primeiras revoltas, costumes e valores malês, conjuntura política baiana, chegando ao relato da revolta de 25 de janeiro de 1835, foi pautado pela comunidade a necessidade de resgatar essa história através de um Centro Cultural Malê que desse conta de resgatar uma das tantas mesquitas existentes na Bahia no século XIX, além de montar nesse mesmo espaço, um museu temático que inclua visitas nos locais onde o levante aconteceu com objetivo de resguardar essa história que, como o próprio pesquisador João José Reis, um dos maiores pesquisadores sobre o tema na atualidade, afirmou: “não ter ouvido nada sobre os malês, durante toda sua passagem no ensino fundamental e médio” demonstrando o grande risco de perder na história esse importante momento de luta e resistência africana-muçulmana em nosso país.
Além disso, ouve outra pauta apresentada correspondente à construção de um cemitério islâmico. Os muçulmanos Soteropolitanos, pedem as autoridades publicas “o direito de enterrar nossos mortos conforme tradição islâmica”, a pedir cooperação na viabilidade dessa demanda. O Quilombo Xis junto com o Centro Cultural islâmico da Bahia já vinha trazendo essa discussão na administração publica passada, e espera dessa nova gestão a possibilidade de continuar esse dialogo rumo a esse objetivo. O Centro de Divulgação do Islam Para América Latina, através do comprometimento de seu vice presidente, Ziad Ahmad Saifi, estará intermediando um dialogo junto ao Cemitério islâmico de Guarulhos para obter as condições técnicas e burocráticas para viabilizar sua construção seguindo os parâmetros determinados pelas leis brasileiras.
Penitenciaria Lemos de Brito
Com a intermediação do coletivo Quilombo Xis, estivemos no dia seguinte a palestra do CEPAIA, no pavilhão 2, junto ao projeto EntreMuros, (ação que traz atividades socioculturais aos detentos, e intermedia as relações junto a administração publica, e viabiliza auxilio aos familiares), um ato ecumênico e uma reprodução das falas relacionadas ao Levante dos malês.
A energia nos dada por essas pessoas e o respeito ao trabalho realizado pelo Quilombo Xis, faz qualquer um obter uma releitura muito mais abrangente sobre as relações que a sociedade deve ter ao sistema carcerário, que de um lado, não regenera ninguém custando fortunas aos cofres públicos, e de outro, falhando na construção de perspectivas viáveis e funcionais aos detentos que cumpriram suas sentenças para viabilizar mudanças concretas em suas vidas, evitando assim reincidências.
Além dessa intervenção, uma atitude por mim nunca vista, em meus 20 anos de militância político-racial, foi efetivada pelos detentos. Antes do inicio de nossas falas, Hamilton Borges Walê, comenta sobre um quilombo chamado Rio dos Macacos. Eles estão sendo severamente atacados pela marinha brasileira, dificultando o acesso de seus moradores, proibindo o plantio para sua subsistência, e agindo em prol da desapropriação total desses descendentes quilombolas. De fato, à centenas de anos, esses africanos se estabilizaram naquela região, através dos constantes combates a escravidão, tendo por si só o direito sobre a terra por serem gerações que ali sobrevivem sem prejudicar a natureza e seu entorno.
Dado a problemática relatado por Hamilton, os presos partem para essa atitude: “Nos somos tidos pela sociedade como o pior tipo de pessoa mais, mediante a essa necessidade de ajudar essa comunidade (quilombo Rio dos Macacos), que esta sendo atacada por essa mesma sociedade, e que por isso estão passando fome e tendo suas terras tomadas pela marinha brasileira, iremos mostrar a essa sociedade como recuperar sua humanidade através desse ato: Cada irmão doe, se possível, através de seus parentes, amigos, família, no dia de visita (sexta feira) 1 kg de alimento onde o Quilombo xis estará levando o fruto dessa campanha, diretamente ao Quilombo Rio dos Macacos, demonstrando nossa solidariedade e convocando as demais comunidades a tomarem a mesma iniciativa! Somos todos Quilombo Rio dos Macacos” .
Se lá é “o lugar mais próximo do inferno” como classifica um dos detentos, suas atitudes vem para refletirmos nosso papel nessa sociedade e até quando estaremos ignorando essa e tantas outras realidades que estão ocorrendo ao nosso redor sendo uma das causas de nossa atual situação.
Rogamos a Deus todo poderoso que possa ajuda-los a encontrar seu caminho de forma licita e funcional para trilhar uma nova vida junto a sua família e amigos. Rogamos a Deus pela comunidade Quilombo Rio dos Macacos que possa resistir e obter um resultado positivo desse processo que, antes de qualquer questão, envergonha todos aqueles que ainda tentam prejudica-los apagando sua história ao tentarem tomar suas terras.
Vinda longa o Quilombo Xis e Campanha Reaja ou será Morto, Reaja ou será Morta! Que Deus abençoe ao Centro Cultural Islâmico da Bahia pelo seu trabalho referencial a todos os muçulmanos no Brasil.
 
PAZ
 
Honerê Al-amin Oadq



domingo, 5 de maio de 2013

Jesus, o Deus homem: uma breve analise sobre a vida de Cristo.

Você sabe quantos “deuses” têm na história parecida com a de Jesus?


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As semelhanças dogmáticas com as religiões de mistério provariam que o cristianismo não é o resultado de uma revelação divina, mas o produto de um sincretismo religioso.

A teoria do “Mito de Cristo” afirma que houve grande influência das religiões dos povos com as quais os judeus conviviam, ou seja, egípcios, persas, gregos e romanos.



 
  • Tamuz:

Deus da Suméria e Fenícia, morreu com uma chaga no flanco e, três dias depois, levantou-se do túmulo e o deixou vazio com a pedra que o fechava a um lado. Belém era o centro do culto a Tamuz.


  • Hórus – 3000 a.C.:




  1. Deus egípcio do Céu, do Sol e da Lua;
  2. Nasceu de Isis, de forma milagrosa, sem envolvimento sexual;
  3. Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro;
  4. Ressuscitou um homem de nome EL-AZAR-US;
  5. Um de seus títulos é “Krst” ou “Karast”;
  6. Lutou durante 40 dias no deserto contra as tentações de Set (divindade comparada a Satã);
  7. Batizado com água por Anup;
  8. Representado por uma cruz;
  9. A trindade Atom (o pai), Hórus (o filho) e Rá (comparado ao Espírito Santo).



  • Mitra – séc. I a.C.:


 
  1. Originalmente um deus persa, mas foi adotado pelos romanos e convertido em deus Sol;
  2. Intermediário entre Ormuzd (Deus-Pai) e o homem;
  3. Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro;
  4. Nasceu de forma milagrosa, sem envolvimento sexual;
  5. Pastores vieram adorá-lo, com presentes como ouro e incenso;
  6. Viria livrar o mundo do seu irmão maligno, Ariman;
  7. Era considerado um professor e um grande mestre viajante;
  8. Era identificado com o leão e o cordeiro;
  9. Seu dia sagrado era domingo (“Sunday”), “Dia do Sol”, centenas de anos antes de Cristo;
  10. Tinha sua festa no período que se tornou mais tarde a Páscoa cristã;
  11. Teve doze companheiros ou discípulos;
  12. Executava milagres;
  13. Foi enterrado em um túmulo e após três dias levantou-se outra vez;
  14. Sua ressurreição era comemorada cada ano.







  • Átis (Frígia / Roma) – 1200 a.C.:


  1. Nasceu dia 25 de dezembro;
  2. Nasceu de uma virgem;
  3. Foi crucificado, morreu e foi enterrado;
  4. Ressuscitou no terceiro dia.



  • Buda – séc. V a.C.:



  1. Sua missão de salvador do mundo foi profetizada quando ele ainda era um bebê;
  2. Por volta dos 30 anos inicia sua vida espiritual;
  3. Foi impiedosamente tentado pelas forças do mal enquanto jejuava;
  4. Caminhou sobre as águas (Anguttara Nikaya 3:60);
  5. Ensinava por meio de parábolas, inclusive uma sobre um “filho pródigo”;
  6. A partir de um pão alimentou 500 discípulos, e ainda sobrou (Jataka);
  7. Transfigurou-se em frente aos discípulos, com luz saindo de seu corpo;
  8. Após sua morte, ressuscitou (apenas na tradição chinesa).







  • Baco / Dionísio – séc. II a.C.:



  1. Deus grego-romano do vinho;
  2. Nascido da virgem Sémele (que foi fecundada por Zeus);
  3. Quando criança, quiseram matá-lo;
  4. Fez milagres, como a transformação da água em vinho e a multiplicação dos peixes;
  5. Após a morte, ressuscitou;
  6. Era chamado de “Filho pródigo” de Zeus.







  • Hércules – séc. II a.C.:



  1. Nascido da virgem Alcmena, que foi fecundada por Zeus;
  2. Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro;
  3. Foi impiedosamente tentado pelas forças do mal (Hera, a ciumenta esposa de Zeus);
  4. A causadora de sua morte (sua esposa) se arrepende e se mata enforcada.
  5. Estão presentes no momento de sua morte sua mãe e seu discípulo mais amado (Hylas);
  6. Sua morte é acompanhada por um terremoto e um eclipse do Sol;
  7. Após sua morte, ressuscitou, ascendendo aos céus.







  • Krishna – 3228 a.C.:



  1. Trata-se de um avatar do Deus Vishnu – um avatar é como se fosse a personificação ou encarnação de um deus;
  2. Nasceu no dia 25 de dezembro;
  3. Nasceu de uma virgem, Devaki (“Divina”);
  4. Uma estrela avisou a sua chegada;
  5. É a segunda pessoa da trindade;
  6. Foi perseguido por um tirano que requisitou o massacre dos milhares dos infantes;
  7. Fez milagres;
  8. Em algumas tradições morreu em uma árvore;
  9. Após morrer, ressuscitou.

Estas coincidências biográficas, segundo os defensores de “O Mito de Cristo”, provam que os autores dos Evangelhos, ao escreverem as histórias de vida de Jesus, tomaram emprestados relatos e feitos de outros deuses antigos ou heróis.
Religiosos se defendem argumentando que estes outros deuses foram criações do satanás para manipulou toda falsa adoração de modo a banalizar o nascimento de Jesus.
…..
Só coincidência? Ou plágio mesmo?

quarta-feira, 1 de maio de 2013

O Alcorão sobre as Montanhas.


Um livro intitulado Terra é um texto de referência básico em muitas universidades em todo o mundo. Um dos seus autores é o Professor Emérito Frank Press. Ele foi o Conselheiro de Ciências do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter, e por 12 anos foi o Presidente da Academia Nacional de Ciências, Washington, DC. Esse livro diz que as montanhas têm raízes subterrâneas1  Essas raízes estão profundamente fincadas no solo, portanto, as montanhas têm uma forma semelhante a de uma estaca (veja figuras 7, 8 e 9).
 

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Figura 7: Montanhas têm raízes profundas sob a superfície do solo. Terra, Press e Siever, p. 413.)
Figure 8 (Click here to enlarge)
Figura 8: Seção esquemática. As montanhas, como as estacas, têm raízes profundas fincadas no solo. (Anatomia da Terra, Cailleux, p. 220.)  
Figure 9 (Click here to enlarge)
Figura 9: Outra ilustração mostra como as montanhas têm forma de estacas, devido às suas raízes profundas. (Ciência da Terra, Tarbuck e Lutgens, p. 158.)  
Assim é como o Alcorão descreve as montanhas. Deus disse no Alcorão:
 Não fizemos a terra como um leito, e as montanhas como estacas? ?  (Alcorão, 78: 6-7)
A ciência moderna tem provado que as montanhas têm raízes profundas sob a superfície do solo (ver figura 9) e que essas raízes podem alcançar várias vezes as suas elevações sobre a superfície do solo.2  Assim a palavra mais adequada para descrever as montanhas com base nessa informação é a palavra “estaca”, uma vez que a maior parte de uma estaca propriamente colocada fica escondida sob a superfície do solo. A história da ciência nos diz que a teoria das montanhas terem raízes profundas foi introduzida apenas em 1865 pelo astrônomo real Sir George Airy 3
As montanhas também desempenham um papel importante na estabilização da crosta terrestre 4  Elas impedem a terra de vibrar. Deus disse no Alcorão:
 E Nós estabelecemos montanhas firmes na terra para que ela não se abale...  (Alcorão, 16:15)
Da mesma forma, a teoria moderna das placas tectônicas diz que as montanhas funcionam como estabilizadores para a terra. Esse conhecimento sobre o papel das montanhas como estabilizadores para a terra só começou a ser compreendido na estrutura das placas tectônicas a partir dos anos 60.5

Poderia alguém durante a época do Profeta Muhammad  ter conhecimento da verdadeira forma das montanhas? 
Poderia alguém imaginar que a montanha que ele vê na verdade se estende profundamente dentro da terra e tem uma raiz, como os cientistas afirmam? Um grande número de livros de geologia, quando discutem as montanhas, apenas descrevem a parte que está acima da superfície da terra. É assim porque esses livros não foram escritos por especialistas em geologia. Entretanto, a geologia moderna confirmou a verdade dos versos corânicos. 

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Footnotes:
(1)Terra, Press e Siever, p. 435.Veja também Ciência da Terra, Tarbuck e Lutgens, p. 157.Back from footnote (1)
(2)O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 5.Back from footnote (2)
(3)Terra, Press e Siever, p. 435.Veja também O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 5. Back from footnote (3)
(4)O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 44-45.Back from footnote (4)
(5) O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 5.Back from footnote (5)