domingo, 5 de maio de 2013

Jesus, o Deus homem: uma breve analise sobre a vida de Cristo.

Você sabe quantos “deuses” têm na história parecida com a de Jesus?


jesu

As semelhanças dogmáticas com as religiões de mistério provariam que o cristianismo não é o resultado de uma revelação divina, mas o produto de um sincretismo religioso.

A teoria do “Mito de Cristo” afirma que houve grande influência das religiões dos povos com as quais os judeus conviviam, ou seja, egípcios, persas, gregos e romanos.



 
  • Tamuz:

Deus da Suméria e Fenícia, morreu com uma chaga no flanco e, três dias depois, levantou-se do túmulo e o deixou vazio com a pedra que o fechava a um lado. Belém era o centro do culto a Tamuz.


  • Hórus – 3000 a.C.:




  1. Deus egípcio do Céu, do Sol e da Lua;
  2. Nasceu de Isis, de forma milagrosa, sem envolvimento sexual;
  3. Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro;
  4. Ressuscitou um homem de nome EL-AZAR-US;
  5. Um de seus títulos é “Krst” ou “Karast”;
  6. Lutou durante 40 dias no deserto contra as tentações de Set (divindade comparada a Satã);
  7. Batizado com água por Anup;
  8. Representado por uma cruz;
  9. A trindade Atom (o pai), Hórus (o filho) e Rá (comparado ao Espírito Santo).



  • Mitra – séc. I a.C.:


 
  1. Originalmente um deus persa, mas foi adotado pelos romanos e convertido em deus Sol;
  2. Intermediário entre Ormuzd (Deus-Pai) e o homem;
  3. Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro;
  4. Nasceu de forma milagrosa, sem envolvimento sexual;
  5. Pastores vieram adorá-lo, com presentes como ouro e incenso;
  6. Viria livrar o mundo do seu irmão maligno, Ariman;
  7. Era considerado um professor e um grande mestre viajante;
  8. Era identificado com o leão e o cordeiro;
  9. Seu dia sagrado era domingo (“Sunday”), “Dia do Sol”, centenas de anos antes de Cristo;
  10. Tinha sua festa no período que se tornou mais tarde a Páscoa cristã;
  11. Teve doze companheiros ou discípulos;
  12. Executava milagres;
  13. Foi enterrado em um túmulo e após três dias levantou-se outra vez;
  14. Sua ressurreição era comemorada cada ano.







  • Átis (Frígia / Roma) – 1200 a.C.:


  1. Nasceu dia 25 de dezembro;
  2. Nasceu de uma virgem;
  3. Foi crucificado, morreu e foi enterrado;
  4. Ressuscitou no terceiro dia.



  • Buda – séc. V a.C.:



  1. Sua missão de salvador do mundo foi profetizada quando ele ainda era um bebê;
  2. Por volta dos 30 anos inicia sua vida espiritual;
  3. Foi impiedosamente tentado pelas forças do mal enquanto jejuava;
  4. Caminhou sobre as águas (Anguttara Nikaya 3:60);
  5. Ensinava por meio de parábolas, inclusive uma sobre um “filho pródigo”;
  6. A partir de um pão alimentou 500 discípulos, e ainda sobrou (Jataka);
  7. Transfigurou-se em frente aos discípulos, com luz saindo de seu corpo;
  8. Após sua morte, ressuscitou (apenas na tradição chinesa).







  • Baco / Dionísio – séc. II a.C.:



  1. Deus grego-romano do vinho;
  2. Nascido da virgem Sémele (que foi fecundada por Zeus);
  3. Quando criança, quiseram matá-lo;
  4. Fez milagres, como a transformação da água em vinho e a multiplicação dos peixes;
  5. Após a morte, ressuscitou;
  6. Era chamado de “Filho pródigo” de Zeus.







  • Hércules – séc. II a.C.:



  1. Nascido da virgem Alcmena, que foi fecundada por Zeus;
  2. Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro;
  3. Foi impiedosamente tentado pelas forças do mal (Hera, a ciumenta esposa de Zeus);
  4. A causadora de sua morte (sua esposa) se arrepende e se mata enforcada.
  5. Estão presentes no momento de sua morte sua mãe e seu discípulo mais amado (Hylas);
  6. Sua morte é acompanhada por um terremoto e um eclipse do Sol;
  7. Após sua morte, ressuscitou, ascendendo aos céus.







  • Krishna – 3228 a.C.:



  1. Trata-se de um avatar do Deus Vishnu – um avatar é como se fosse a personificação ou encarnação de um deus;
  2. Nasceu no dia 25 de dezembro;
  3. Nasceu de uma virgem, Devaki (“Divina”);
  4. Uma estrela avisou a sua chegada;
  5. É a segunda pessoa da trindade;
  6. Foi perseguido por um tirano que requisitou o massacre dos milhares dos infantes;
  7. Fez milagres;
  8. Em algumas tradições morreu em uma árvore;
  9. Após morrer, ressuscitou.

Estas coincidências biográficas, segundo os defensores de “O Mito de Cristo”, provam que os autores dos Evangelhos, ao escreverem as histórias de vida de Jesus, tomaram emprestados relatos e feitos de outros deuses antigos ou heróis.
Religiosos se defendem argumentando que estes outros deuses foram criações do satanás para manipulou toda falsa adoração de modo a banalizar o nascimento de Jesus.
…..
Só coincidência? Ou plágio mesmo?

quarta-feira, 1 de maio de 2013

O Alcorão sobre as Montanhas.


Um livro intitulado Terra é um texto de referência básico em muitas universidades em todo o mundo. Um dos seus autores é o Professor Emérito Frank Press. Ele foi o Conselheiro de Ciências do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter, e por 12 anos foi o Presidente da Academia Nacional de Ciências, Washington, DC. Esse livro diz que as montanhas têm raízes subterrâneas1  Essas raízes estão profundamente fincadas no solo, portanto, as montanhas têm uma forma semelhante a de uma estaca (veja figuras 7, 8 e 9).
 

Figure 7
Figura 7: Montanhas têm raízes profundas sob a superfície do solo. Terra, Press e Siever, p. 413.)
Figure 8 (Click here to enlarge)
Figura 8: Seção esquemática. As montanhas, como as estacas, têm raízes profundas fincadas no solo. (Anatomia da Terra, Cailleux, p. 220.)  
Figure 9 (Click here to enlarge)
Figura 9: Outra ilustração mostra como as montanhas têm forma de estacas, devido às suas raízes profundas. (Ciência da Terra, Tarbuck e Lutgens, p. 158.)  
Assim é como o Alcorão descreve as montanhas. Deus disse no Alcorão:
 Não fizemos a terra como um leito, e as montanhas como estacas? ?  (Alcorão, 78: 6-7)
A ciência moderna tem provado que as montanhas têm raízes profundas sob a superfície do solo (ver figura 9) e que essas raízes podem alcançar várias vezes as suas elevações sobre a superfície do solo.2  Assim a palavra mais adequada para descrever as montanhas com base nessa informação é a palavra “estaca”, uma vez que a maior parte de uma estaca propriamente colocada fica escondida sob a superfície do solo. A história da ciência nos diz que a teoria das montanhas terem raízes profundas foi introduzida apenas em 1865 pelo astrônomo real Sir George Airy 3
As montanhas também desempenham um papel importante na estabilização da crosta terrestre 4  Elas impedem a terra de vibrar. Deus disse no Alcorão:
 E Nós estabelecemos montanhas firmes na terra para que ela não se abale...  (Alcorão, 16:15)
Da mesma forma, a teoria moderna das placas tectônicas diz que as montanhas funcionam como estabilizadores para a terra. Esse conhecimento sobre o papel das montanhas como estabilizadores para a terra só começou a ser compreendido na estrutura das placas tectônicas a partir dos anos 60.5

Poderia alguém durante a época do Profeta Muhammad  ter conhecimento da verdadeira forma das montanhas? 
Poderia alguém imaginar que a montanha que ele vê na verdade se estende profundamente dentro da terra e tem uma raiz, como os cientistas afirmam? Um grande número de livros de geologia, quando discutem as montanhas, apenas descrevem a parte que está acima da superfície da terra. É assim porque esses livros não foram escritos por especialistas em geologia. Entretanto, a geologia moderna confirmou a verdade dos versos corânicos. 

_____________________________
Footnotes:
(1)Terra, Press e Siever, p. 435.Veja também Ciência da Terra, Tarbuck e Lutgens, p. 157.Back from footnote (1)
(2)O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 5.Back from footnote (2)
(3)Terra, Press e Siever, p. 435.Veja também O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 5. Back from footnote (3)
(4)O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 44-45.Back from footnote (4)
(5) O Conceito Geológico das Montanhas no Alcorão, El-Naggar, p. 5.Back from footnote (5) 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dossiê Boston: Sinais de que o atentado foi planejado.


Dossiê Boston: Sinais de que o atentado foi planejado

Até agora, o FBI não mostrou uma prova sequer de que os dois irmãos são mesmo os culpados pelo atentado em Boston. No entanto, não faltam evidências de que eles NÃO são os culpados. Olhem só:

- O FBI negou qualquer contato com os irmãos antes do atentado. No entanto, a Rússia descobriu que o FBI tinha interrogado o irmão maior há 2 anos. Não o consideraram perigoso, mas na hora de encontrarem um culpado, foi fácil: ele estava lá nos registros.

- Quando Tamerlan Tsarnaev (o irmão maior) foi preso, ele estava vivo e suas roupas intactas, como se pode ver nas fotos. Entretanto, o FBI disse que ele tinha explosivos presos no corpo, e depois ele apareceu morto.

- Quando Dzhokhar Tsarnaev (o irmão menor) foi preso, a mídia noticiou que ele estava ferido e que o barco estava cheio de sangue. Entretanto, nas imagens, tanto ele quanto o barco estão intactos, sem sangue.

- Mas, depois da prisão, Dzhokhar apareceu gravemente ferido.

- A mochila que o FBI diz que foi usada levanta várias questões. Ela é diferente daquelas carregadas pelos irmãos no dia da Maratona de Boston, que eram cinza e branca. Já a do atentado era preta.

- Mochila dos irmãos era de cor diferente da usada no atentado.

- A mochila dos militares era igual à mochila do atentado.

- A foto de Dzhokhar parece ter sido manipulada no Photoshop para apagar a mochila que ainda carregava depois da explosão.

- Um anônimo alertou para o atentado dias antes de ele realmente acontecer.

- E, agora, a análise deste especialista em lesões arteriais:

“Se você perder as duas pernas em um trauma explosivo, metade do seu sangue se vai em um minuto via artérias femorais, e depois de dois minutos você está morto. Sangrar é pior no caso de traumatismo (como estilhaços), porque a carne é rasgada em vez de cortada, expondo mais tecido arterial e vascular. O corpo humano possui de 5 a 6 litros de sangue. Se isso realmente tivesse acontecido, veríamos sangue por toda parte, o cara estaria encharcado. Você também veria o chamado jato arterial saindo da lesão. O mais provável é que ele vomitasse depois de ficar branco-fantasma com o choque, depois delirasse e desmaiasse. Quanto ao ‘torniquete’…”

Ele não está nem amarrado, está suspenso pela gravidade, o que literalmente não faria nada por um corte arterial. Não há pressão aplicada. Não há nó com vareta para alavancagem. Suas mãos não têm sangue. Não há sangue no chão. A cor em suas mãos e lábios mostra uma boa circulação. Ele é um ator. Isso é encenado.”

Outras fotos e explicações no link quanto a ausência de sangue em locais onde ele deveria ser abundante:
http://pequenaduvida.wordpress.com/2013/04/23/dossie-boston-sinais-de-que-o-atentado-foi-planejado/
































Até agora, o FBI não mostrou uma prova sequer de que os dois irmãos são mesmo os culpados pelo atentado em Boston. No entanto, não faltam evidências de que eles NÃO são os culpados. Olhem só:

- O FBI negou qualquer contato com os irmãos antes do atentado. No entanto, a Rússia descobriu que o FBI tinha interrogado o irmão maior há 2 anos. Não o consideraram perigoso, mas na hora de encontrarem um culpado, foi fácil: ele estava lá nos registros.

- Quando Tamerlan Tsarnaev (o irmão maior) foi preso, ele estava vivo e suas roupas intactas, como se pode ver nas fotos. Entretanto, o FBI disse que ele tinha explosivos presos no corpo, e depois ele apareceu morto.

- Quando Dzhokhar Tsarnaev (o irmão menor) foi preso, a mídia noticiou que ele estava ferido e que o barco estava cheio de sangue. Entretanto, nas imagens, tanto ele quanto o barco estão intactos, sem sangue.

- Mas, depois da prisão, Dzhokhar apareceu gravemente ferido.

- A mochila que o FBI diz que foi usada levanta várias questões. Ela é diferente daquelas carregadas pelos irmãos no dia da Maratona de Boston, que eram cinza e branca. Já a do atentado era preta.

- Mochila dos irmãos era de cor diferente da usada no atentado.

- A mochila dos militares era igual à mochila do atentado.

- A foto de Dzhokhar parece ter sido manipulada no Photoshop para apagar a mochila que ainda carregava depois da explosão.

- Um anônimo alertou para o atentado dias antes de ele realmente acontecer.

- E, agora, a análise deste especialista em lesões arteriais:

“Se você perder as duas pernas em um trauma explosivo, metade do seu sangue se vai em um minuto via artérias femorais, e depois de dois minutos você está morto. Sangrar é pior no caso de traumatismo (como estilhaços), porque a carne é rasgada em vez de cortada, expondo mais tecido arterial e vascular. O corpo humano possui de 5 a 6 litros de sangue. Se isso realmente tivesse acontecido, veríamos sangue por toda parte, o cara estaria encharcado. Você também veria o chamado jato arterial saindo da lesão. O mais provável é que ele vomitasse depois de ficar branco-fantasma com o choque, depois delirasse e desmaiasse. 

Quanto ao ‘torniquete’…”Ele não está nem amarrado, está suspenso pela gravidade, o que literalmente não faria nada por um corte arterial. Não há pressão aplicada. Não há nó com vareta para alavancagem. Suas mãos não têm sangue. Não há sangue no chão. A cor em suas mãos e lábios mostra uma boa circulação. Ele é um ator. Isso é encenado.”

Outras fotos e explicações no link quanto a ausência de sangue em locais onde ele deveria ser abundante:

http://pequenaduvida.wordpress.com/2013/04/23/dossie-boston-sinais-de-que-o-atentado-foi-planejado/


O Alcorão sobre o Desenvolvimento Embrionário Humano


No Alcorão Sagrado, Deus fala sobre os estágios do desenvolvimento embrionário do homem:

 Nós criamos o homem de um extrato de argila. Então Nós o fizemos como uma gota em um lugar de descanso, firmemente fixado. Então Nós transformamos a gota em alaqah(sanguessuga, coisa suspensa, e coágulo de sangue), então Nós transformamos a alaqahem mudghah (substância mastigada)... 1(Alcorão, 23: 12-14)
Literalmente, a palavra árabe alaqah tem três significados: (1) sanguessuga, (2) coisa suspensa, e (3) coágulo de sangue.
Comparando uma sanguessuga com um embrião no estágio alaqah, encontramos similaridades entre os dois2como podemos ver na figura 1. Também, o embrião nesse estágio obtém sua nutrição do sangue da mãe, similar à sanguessuga, que se alimenta do sangue de outros.3
Figure 1
Figura 1. Desenhos ilustrando as semelhanças em aparência entre uma sanguessuga e um embrião humano no estágio alaqah. (Desenho de sanguessuga do livro Desenvolvimento Humano como Descrito no Alcorão e na Sunnah, de Moore e outros, p. 37, modificado de Princípios Integrados de Zoologia, de Hickman e outros. Desenho de embrião de O Desenvolvimento Humano, de Moore e Persaud, quinta edição, p. 73.)
O segundo significado da palavra alaqah é “coisa suspensa". É o que podemos ver nas figuras 2 e 3, a suspensão do embrião, durante o estágio alaqah, no útero da mãe.
Figura 2: Podemos ver nesse diagrama a suspensão de um embrião durante o estágio alaqah, no útero da mãe. (O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 66.)
Figure 2  (Click here to enlarge)
  
Fig.3: Nessa fotomicrografia nós podemos ver a suspensão do embrião (marcado com B) durante oestágio alaqah(aproximadamente 15 dias de vida) no útero da mãe. O tamanho do embrião é de 0.6 mm aproximadamente. (O Desenvolvimento Humano, Moore, terceira edição, p.66, de Histologia, Leeson e Lesson.)
Figure 3
O terceiro significado da palavra alaqah é “coágulo de sangue”. Vemos que a aparência externa do embrião e seu saco durante o estágio alaqah é similar ao de um coágulo de sangue. Isso se deve à presença de relativamente grandes quantidades de sangue no embrião durante esse estágio4(veja figura 4). Também durante esse estágio, o sangue no embrião não circula até o final da terceira semana. 5  Portanto, o embrião nesse estágio é como um coágulo de sangue.
Figura 4: Diagrama de um sistema cardiovascular primitivo no embrião durante o estágioalaqah. A aparência externa do embrião e seu saco é similar a de um coágulo de sangue, devido à presença de relativamente grandes quantidades de sangue no embrião. (O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 65.)
Figure 4  (Click here to enlarge)
Portanto, os três significados da palavra alaqah correspondem apuradamente às descrições do embrião no estágio alaqah.
O próximo estágio mencionado no versículo é omudghah. A palavra árabe mudghah significa "substância mastigada”. Se alguém pegar um pedaço de goma de mascar, mastigá-la e então compará-la com um embrião no estágio mudghah, podemos concluir que o embrião no estágio mudghah adquire a aparência de uma substância mastigada. Isso acontece por causa dos somitos nas costas do embrião, que “de alguma forma lembram marcas de dentes em uma substância mastigada."6 (veja figuras 5 e 6). 
Figura 5: Fotografia de um embrião no estágio mudghah (28 dias). O embrião nesse estágio adquire a aparência de uma substância mastigada, por causa dos somitos nas costas do embrião que de alguma forma lembram marcas de dentes em uma substância mastigada. O tamanho do embrião é de aproximadamente 4 mm. (O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 82, do Professor Hideo Nishimura, Universidade de Kioto, Japão)
Figure 5
  
Figura 6:Quando comparamos a aparência de um embrião no estágio mudghah com um pedaço de goma que foi mastigada, encontramos similaridades entre os dois. A) Desenho de um embrião no estágiomudghah. Podemos ver aqui os somitos nas costas do embrião, que se parecem com marcas de dentes.(O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 79)
B) Fotografia de um pedaço de goma mascada.
Figure 6  (Click here to enlarge)
Como Muhammad   poderia saber tudo isso há 1.400 anos atrás, quando cientistas apenas recentemente descobriram usando equipamentos avançados e poderosos microscópios que não existiam naquela época? Hamm e Leeuwenhoek foram os primeiros cientistas a observar as células de esperma humano (espermatozóide) usando um microscópio aperfeiçoado em 1677 (mais de 1.000 anos depois de Muhammad ).  Eles equivocadamente pensaram que a célula de esperma continha uma miniatura pré-formada de ser humano que crescia quando era depositada no trato genital feminino.7
O Professor Emérito Keith L. Moore é um dos cientistas mais proeminentes do mundo nos ramos de anatomia e embriologia, e é autor do livro intitulado O Desenvolvimento Humano, que foi traduzido em oito idiomas. Esse livro é um trabalho de referência científica e foi escolhido por um comitê especial nos Estados Unidos como o melhor livro de autoria de uma pessoa. Dr. Keith Moore é Professor Emérito de Anatomia e Biologia da Célula na Universidade de Toronto, Toronto, Canadá. Lá, ele foi Reitor Associado de Ciências Básicas na Faculdade de Medicina e por 8 anos foi o Presidente do Departamento de Anatomia. Em 1984 ele recebeu o prêmio mais importante no ramo de anatomia no Canadá, o J.C.B. Grande Prêmio da Associação Canadense de Anatomistas. Ele tem dirigido muitas associações internacionais, tais como a Associação Canadense e Americana de Anatomistas e o Conselho de União de Ciências Biológicas.
Em 1981, durante a Sétima Conferência Médica em Dammam, Arábia Saudita, o Professor Moore disse: “Foi uma grande satisfação para mim ajudar a clarificar declarações no Alcorão sobre o desenvolvimento humano. Está claro para mim que essas afirmações chegaram a Muhammad de Deus, porque quase todo esse conhecimento só foi descoberto muitos séculos depois. Isso prova que Muhammad deve ter sido um mensageiro de Deus.”9 .
Conseqüentemente, foi feita ao Professor Moore a seguinte pergunta: “Isso significa que o senhor acredita que o Alcorão seja a palavra de Deus?” Ele respondeu: “Eu não tenho nenhuma dificuldade em aceitar isso.”10
Durante uma conferência, o Professor Moore declarou: “...Porque o desenvolvimento do embrião humano é complexo, devido ao processo contínuo de mudança durante o desenvolvimento, é proposto que um novo sistema de classificação possa ser desenvolvido usando termos mencionados no Alcorão e na Sunnah (o que Muhammad   disse, fez ou aprovou). O sistema proposto é simples, compreensível, e de acordo com o conhecimento embriológico presente. Os estudos intensivos do Alcorão e Hadith (relatos confiáveis transmitidos pelos companheiros do Profeta Muhammad  do que ele disse, fez ou aprovou) nos quatro últimos anos revelaram um sistema para classificação de embriões humanos que é admirável, uma vez que foi registrado no século sete. Embora Aristóteles, o fundador da ciência da embriologia, tenha percebido que os embriões de pinto se desenvolviam em estágios a partir de seus estudos de ovos de galinha no século quatro antes da Era Cristã, ele não forneceu detalhes sobre esses estágios. Tanto quanto sabemos da história da embriologia, pouco era sabido dos estágios e classificação dos embriões humanos até o século vinte. Por essa razão, as descrições do embrião humano no Alcorão não podem ser baseadas em conhecimento científico no século sete. A única conclusão razoável é: essas descrições foram reveladas a Muhammad por Deus. Ele não poderia saber tais detalhes porque ele era um homem iletrado sem qualquer treinamento científico.”11 .
_____________________________
Footnotes:
(1)Por favor note que o que está entre esses parênteses especiais  ...  nesse livro é apenas uma tradução dos significados do Alcorão. Não é o Alcorão em si, que é em árabe.Back from footnote (1)
(2) O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 8Back from footnote (2)
(3) O Desenvolvimento Humano como Descrito no Alcorão e na Sunnah, de Moore e outros, p. 36. Back from footnote (3)
(4) O Desenvolvimento Humano como Descrito no Alcorão e na Sunnah, de Moore e outros, p. 37-38. Back from footnote (4)
(5) O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 65.Back from footnote (5)
(6) O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 8.Back from footnote (6)
(7) O Desenvolvimento Humano, Moore e Persaud, quinta edição, p. 9.Back from footnote (7)
(9) A fonte desse comentário é “Essa é a Verdade” (videotape). Para uma cópia desse vídeo, por favor visite http://www.islam-guide.com/truth.htm (em inglês). Back from footnote (9)
(10) “Essa é a Verdade” (videotape). Back from footnote (10)
(11) “Essa é a Verdade” (videotape). Para uma cópia, veja nota 8. Nota: As ocupações de todos os cientistas mencionados nesse livro foram atualizadas pela última vez em 1997.  Back from footnote (11) 

terça-feira, 23 de abril de 2013

A outra história do atentado em Boston: espetáculo em cinco atos.



Cai a cortina. E, como em qualquer espetáculo teatral, o público aplaude os atores. Eles desfilam em seus carros com luzes que piscam vermelhas e azuis, os tanques antibombas passam sob um frenesi de uma sociedade que, desde 11 de setembro de 2001 vive a frustração por não ter conseguido caçar os terroristas que abalaram o orgulho nacional.

CAÇADA HUMANA,
ESPETÁCULO EM CINCO ATOS (OU, CINCO DIAS)
Roteiro, Direção e Sonoplastia – CIA, FBI, POLÍCIA DE BOSTON
Participação Especial – Sociedade Americana
Narração – Fox News
Era Boston, início da tarde de 15 de abril, numa primavera sonolenta e ainda fria, quando dois irmãos saíram de casa. Nas costas carregavam um elemento cada dia mais demonizado pela sociedade americana: mochila. E essa tinha seus perigos. Ela transportava uma bomba. Caseira, rudimentar, de baixo impacto, de fácil feitura, numa panela de pressão. Mas continuava sendo uma bomba. E bombas, de nêutrons ou caseiras, são construídas com o mesmo objetivo. Para matar. Sempre.
Os jornais da cidade de Boston naquela segunda-feira, dia da “segunda maratona do mundo” (a primeira continua sendo a grega) trazem notícias corriqueiras., além do assunto do dia, a maratona . Nas primeiras páginas do jornais de Boston, New York, Washington, Chicago, Miami, nenhuma linha sobre o que acontecera na véspera, domingo, 14 de abril. Naquele dia, 30 pessoas, entre elas oito crianças, foram mortas por um drone no Afeganistão. A máquina da morte confundiu uma cerimônia de casamento com ato terrorista. Há quem concorde.
São 2h17min da tarde de 15 de abril na bela e culta cidade de Boston. Correrias, sirenes, multidão em polvorosa. A bomba havia explodido. Quatro pessoas são envolvidas em sacos plásticos. Mortas. Outras 160 se espalham pela rua interditada e pelas calçadas. Feridas. Comoção nacional. Não pelo drone que matou 30 pessoas inocentes. Mas pelo “ato terrorista” que matou quatro inocentes, entre eles um garoto e 160 feridos. Um deles, com pernas amputadas.
24 horas do atentado, nenhum suspeito. Nada. Nenhuma testemunha mas (as conjunções adversativas sempre mudam a história do mundo), surge a primeira imagem, um primeiro suspeito. Alguém que andava sobre os telhados na hora da maratona.
As especulações qual coriscos ensandecidos, riscam os céus de Miami, Chicago, Washington, New York e Boston. “Isso é coisa do Tea Party”, reclamam uns. “Parece que foi ação de quem é contra a alta de impostos”, bradam outros. Ninguém se lembra de que o Congresso dos EUA está, nesse momento, discutindo uma Lei de Migração menos draconiana. A discussão arrepia e traz pesadelos para a extrema direita e seu atual líder, senador pela Flórida, Marco Rúbio. Filho de cubanos fugidos da ilha nos 60.
Quarta-feira, 17 de abril. A câmera de um “anônimo” traz, finalmente, aquilo que mais de 300 milhões de americanos esperavam. A imagem de dois rapazes. Eles e suas e suas mochilas. Os dois próximo à lixeira onde a bomba fora deixada.
irmãos tsarnaev atentado boston
Irmãos Tsarnaev, suspeitos de atentado em Boston (Foto: Divulgação)
Ainda é 17 de abril. A voz da âncora da Fox News ecoa pelos ares de um país em pânico. Mas, antes de qualquer pronunciamento oficial, a âncora da Fox News canal de televisão de Rupert Murdoch (a mesma que se recusou a acreditar na reeleição de Obama) deixa escapar o cheiro da panela. Um cheiro de Islam servido num samovar.
    17 de abril, em Boston, a câmera com imagem dos dois irmãos, de nomes impronunciáveis no Ocidente, se junta a outras câmeras. A CIA entra em ação para ampliar as imagens que mais a interessavam A dos dois irmãos. A Polícia de Boston nega ter feito a captura de qualquer suspeito.
Já é quinta-feira, 18 de abril. CNN, com seu noticiário desbotado e Fox News exigindo vingança passam a centralizar o noticiário na busca dos “terroristas”. Às nove da noite desse dia, as imagens dos dois irmãos surge nas telas das redes sociais com a tarja “Wanted” (Procurados). A mesma tarja utilizada na colonização da costa Oeste do país para encontrar pistoleiros ou ladrões de gado, de banco…
Ainda é quinta-feira. Dez da noite. O lado Leste dos EUA já se entregou ao sono. A sociedade estadunidense dorme cedo. Mantém até hoje hábitos rurais, com algumas exceções. Na Fox News, uma voz embargada de emoção anuncia que uma loja de conveniências foi assaltada. Eram os dois irmãos. Eles também fizeram um refém, o dono de uma Mercedes SUV (Sport Utility Vehicule), um jeep possante. O refém escapa enquanto os irmãos assaltam a loja. Nem o FBI, nem a CIA, nem a Polícia de Boston mostra a loja do assalto e muito menos o cidadão sequestrado.
A partir daí, a tarja “Wanted” pode ser substituída pela tarja “Fiction”. Ou, acredite, se quiser. Porque, nessa tragédia, com cinco mortos (os quatro pela bomba e um dos irmãos pela polícia) a verdade de substantivo abstrato, torna-se substantivo volátil.
10h30min da noite de quinta-feira, os dois irmãos, mesmo num carro possante, não tinham se afastado tanto do local do sequestro seguido de roubo. A Polícia cerca o carro. Uma câmera imóvel filma o tiroteio. O som dos tiros são nitidamente de armas do mesmo calibre. Mas a versão oficial informa que a polícia foi recebida com bombas, embora o vídeo de câmara parada não mostre nenhuma explosão.
O mais velho dos irmãos é preso (ou se entrega, ninguém sabe). E morre “a caminho do hospital”. Ou vocês pensavam que só bandido brasileiro morre a caminho do hospital depois de “intensa troca de tiros”?
O irmão caçula, ferido, consegue escapar. Deixa um rastro de sangue, mas a polícia não segue as pegadas frescas. Desloca-se para uma pacata cidadezinha, Watertown para vasculhar a casa onde, afirmam as autoridades, viviam os irmãos. A essa altura, o telespectador já sabe que eles são estrangeiros. Vieram da sofrida Chechênia, país localizado numa região onde a morte chega pelas mãos das tropas de ocupação do Afeganistão. Ou, pela arma mais abjeta criada pela indústria armamentista dos Estados Unidos, o drone.
Os repórteres, âncoras e comentaristas se entreolham decepcionados. Por que Chechênia? Afinal de contas, Chechênia, é um país invadido pela Rússia. Seus imigrantes têm direito ao status de “refugiados”. Ou seja, os dois estavam fugindo do antigo inimigo número um dos EUA, a poderosa União Soviética. Um fantasma que por mais de cinco décadas povoou os pesadelos dos americanos. Não fazia sentido, bradavam os analistas e especialistas em Segurança e Terrorismo.
Helicópteros, carros antibombas, agentes com colete do FBI, Polícia de Boston, sirenes incessantes. A casa é cercada. São 10h30 da manhã de 19 de abril. A caçada fora iniciada doze horas antes. O movimento é acompanhado por centenas de jornalistas e canais de TV. As ruas da cidade foram fechadas. Ninguém entra ou sai. Os vôos, cancelados. Boston e seus arredores transformam-se em cidades sitiadas. “Estou no meio da guerra” dizia ao microfone um repórter da Fox News num cenário onde não se via carros ou pessoas.
Pé ante pé, rodeados por câmeras de grandes e pequenos canais de TV, batalhões de policiais, agentes do FBI, especialistas em desarmar bombas, helicópteros de guerra sobrevoam a pacata Watertown.
A âncora da Fox News baixa o tom de voz dramaticamente para dizer, “o procurado é uma pessoa de extrema periculosidade”. Ela está rouca e muito excitada. A polícia, qual seriado de TV, põe a arma em diagonal (nunca entendi porque as armas ficam na diagonal da mão quando a polícia busca criminosos). Chegam à casa onde viveriam os dois irmãos. Não se ouve nada. Nenhum som.
Frustração. Os policiais abandonam o interior a busca. E saem declarando que havia um verdadeiro arsenal dentro da casa vazia. E muitas bombas, algumas delas de alto poder destrutivo e que “exigem treinamento para sua fabricação. Não há imagens do arsenal.
Só um protesto diante da cena. A tia dos dois irmãos é advogada. Sem papas na língua. E vive no Canadá. Quando uma jornalista lhe pergunta o que acha do fato de seus sobrinhos terem bomba em casa, ela, voz firme, com forte sotaque do Leste europeu: “Evidências. Quero evidências de que havia bombas. Quem está informando sobre as bombas é o FBI e a CIA. Mas não há evidências”. E até agora as evidências continuam no anonimato.
Ninguém contesta a informação. Ninguém se pergunta por que os dois irmãos, “pessoas de extrema periculosidade” deixaram em casa bombas potentes e usaram uma outra de baixo impacto.
“Necessidade de treinamento para a fabricação”. A frase, parece solta ao acaso. Mas não se iludam. É o primeiro passo, o primeiro elo com o “terrorismo” (leia-se “terrorismo islâmico”).
14h30min de 19 de abril. A caçada continua sem pistas da pessoa de “extrema periculosidade”. A essa altura, na cozinha da Fox News, a panela de pressão assovia. Na tela o sinal de “Alert”, ou seja, vem notícia bombástica (sem trocadilhos).
E, para um público que, passivamente se deixa impregnar pelo noticiário como se fossem gansos alimentados para que seus fígados engordem e se transformem em paté de “foie gras”, a voz que alicia multidões diz que…tchan…tchan…tchan, o mais velho dos irmãos passou “seis meses na Chechênia.
Que absurdo! Como é que um checheno tem a ousadia de passar seis meses na Chechênia, mesmo morando no país mais rico e poderoso do planeta? Isso é crime. É sinal explícito de militância terrorista.
Mas ainda não era tudo. Os ponteiros do relógio avançavam. A caçada ia a passos de um velho celacanto. Nessa época do ano, o dia invade a noite. Só se deixa vencer quando não mais consegue provar o poder do sol.
As tropas tomam outra direção. Agora procuram um barco ancorado na terra. Lá está um adolescente. Ferido. Sangrando.
São 19h30 em Boston e seus arredores. A claridade é suficiente para encontrar filhotes de esquilo em mata fechada. Os helicópteros continuam vasculhando céu, terra. As tropas do país mais armado do mundo parecem perdidas. O bombardeio da Foz News sobre os gansos repete exaustivamente as mesmas informações. Em tons de filme macabro ou novela policial, os âncoras se revezam em adjetivos. Os gansos estão quase a ponto de virar patê de foie gras, explodindo de ódio contra os seguidores do Alcorão.
A luminosidade cede lugar às primeiras escuridões. A Fox News, num tom solene anuncia que o aparato policial “avança com cautela” porque quer pegar o irmão sobrevivente “vivo”. Como se fosse uma grande concessão.
21 horas. Já é noite de 19 de abril em Boston, em Watertown, Miami, New York e Washington. Em Chicago ainda há luz. A escuridão impede imagens nítidas mesmo para câmeras poderosas. E… “cantemos ao senhor”, a pessoa de “extrema periculosidade” é capturada. Está ferida. Perdeu muito sangue por quase 24 horas. Debruçados sobre um corpo magro, os paramédicos impedem telespectadores de olhar a cara do “terrorista” que é levado para o hospital. Os helicópteros com luzes infravermelho retornam à base.
Cai a cortina. E, como em qualquer espetáculo teatral, o público aplaude os atores. Eles desfilam em seus carros com luzes que piscam vermelhas e azuis, os tanques antibombas passam sob um frenesi de uma sociedade que, desde 11 de setembro de 2001 vive a frustração por não ter conseguido caçar os terroristas que abalaram o orgulho nacional.
O espetáculo que se encerra com os habitantes de toda uma cidade carregando flores ou velas protegidas por saco de papel cantando “God save America. My home, sweet home/ God save America/ my home sweet home, numa verdadeira catarse nacional.

domingo, 21 de abril de 2013

OS MILAGRES CIENTÍFICOS NO ALCORÃO SAGRADO.

Chapter 1, Some Evidence for the Truth of Islam 

Deus apoiou Seu último Profeta Muhammad com muitos milagres e muitas evidências que provaram que ele é um verdadeiro Profeta enviado por Deus. Também, Deus apoiou seu último livro revelado, o Alcorão Sagrado, com muitos milagres que provam que o Alcorão é a palavra literal de Deus, revelado por Ele, e não de autoria de nenhum ser humano. Esse capítulo discute algumas destas evidências.

(1) Os Milagres Científicos
no Alcorão Sagrado

O Alcorão é a palavra literal de Deus, que Ele revelou ao Seu Profeta Muhammad   através do Anjo Gabriel.  The Holy QuranEle foi memorizado por Muhammad , que então o ditou aos seus Companheiros. Eles, por sua vez, o memorizaram, registraram por escrito, e o revisaram com o Profeta Muhammad  .  Além disso, o Profeta Muhammad   revisava o Alcorão com o Anjo Gabriel uma vez por ano e o revisou duas vezes no último ano de sua vida. Da época em que o Alcorão foi revelado, até esse dia, houve um enorme número de muçulmanos que memorizaram todo o Alcorão, palavra por palavra. Alguns deles foram capazes de memorizar todo o Alcorão por volta dos dez anos de idade. Nem uma letra do Alcorão foi mudada ao longo dos séculos.
O Alcorão, que foi revelado há quatorze séculos atrás, mencionou fatos apenas recentemente descobertos ou provados pelos cientistas. Isso prova sem dúvida que o Alcorão deve ser a palavra literal de Deus, revelada por Ele ao Profeta Muhammad  , e que o Alcorão não é de autoria de Muhammad  ou de qualquer outro ser humano. Também prova que Muhammad  é verdadeiramente um profeta enviado por Deus. Está além da razão que alguém há quatorze séculos atrás pudesse conhecer fatos descobertos ou provados apenas recentemente com equipamentos avançados e métodos científicos sofisticados.